Em doses, sobre decisões.
Temo que o egoísmo seja uma forma de ser notado. Os objetivos alcançados só tem o valor que vocês agregam, mesmo que só demonstrem o que preferem agregar. O triunfar de quando uma atitude sua afeta além do seu ego e consciência e toma o tempo de alguém, tem seus custo (seja o que for, lucro, prejuízo). Nem tão distante de ser um modo de afetar, a indiferença perturba. Perturbar é bem complet(x)o. Explicações são desnecessárias ao réu.
Sei que ando precisando ‘destreinar ‘teorias. Seja teoria qualquer coisa que assuma instintos detectores. Conceituadores. Esse seria o primeiro passo para que mais adiante soe não como um acontecimento, mas como uma decisão de retirar o Medo que pesa na bolsa desgastada, mas que diferente de outras mercadorias que carrego (coisas que têm preço, que comprei como se pudesse adotar e agora fosse clara a falta de retorno). Nunca pensou no medo como revelador de soluções? nunca pensou que ele poderia ser o limite que você precisava? Ou o ‘deslimite’… diferente ao ponto de ser silencioso. O seu medo faz barulho? O meu vem quietinho, sai dessa bolsa como entendedor e se impregna como uma companhia.
“Deixo agora, na beira dessa estrada sem bordas, e planto Você pra mais tarde me contarem se floresceu. São sementes que mais me pareciam pedras.
”Agregar. Abandonar. O fiz dessa forma com o Medo. Sem afeto. Passo em parágrafo a versão da historia que o egoísmo lá de cima se encaixa. A primeira decisão incentiva as que estavam guardadas em você em embalagens que esperam o relógio aprontar. São decisões de pensar em mim. Que se faça ordem, vontade.
Enfim, de algum jeito entendi que quando você finge pra si mesmo, você termina acreditando, e não necessariamente isso seja apostar em uma mentira. São fichas pra tentativa, pro risco de adaptação. Quem sabe, você, eu só acreditei que a sua opinião não dita o rumo da minha, que as expectativas dos outros são sempre grandes demais (e isso não significa incentivo, ou que acreditem em você sequer). Quem sabe eu perceba só agora que não é fingir pra mim e sim, agora, não fingir pros outros.
Ao pessoal, tomo decisões caladas e calada, no escuro clareado, para desenformar idéias tão minhas e então qualquer pontada de indiferença alheia se mostrará indiferente o suficiente pra que eu continue.
A tal bolsa ainda transborda. Os próximos caminhos me dirão o que deixar e o que guardar.
Que seja.




